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Palavrão - prosa pós-moderna
Eliane Colchete
O califa tem sessenta e oito camponesas e cento e vinte rainhas do Sul. O motivo pelo qual ele inverteu a ordem o grande e do pequeno é evidentemente que está a fim de chamar a atenção, em outros termos, querendo aparecer. Não tenho a menor ideia de porque alguém teria algum interesse nisso aqui. Espaço de enunciação. Foda-se o enunciado. Por esses tempos tudo o que se pode fazer é andar com aquela cara de "isso é o que é preciso fazer", como a revelação enunciada bem naquele instante em que todos estão absolutamente dependentes da palavra reveladora: é isso o que é preciso fazer...
a única variante sendo a cara de "ah, que interessante..." sem grandes entusiasmos, com jeito de conhecedor - mais para metido a sabichão, contido porém, uma mistura impossível, daí o limite da coisas, a menos que se esteja querendo comprar uma briga e se acrescente "ah, que interessante, parece o The Place Ravignac de Juan Gris...". Eles ficam absolutamente afetados, depois começam a "falar", sempre a mesma coisa, são sádico orais, metidos a assassinos. Ao invés de ficar com raiva, mesmo que façam isso por anos, já sabemos que o certo é repetir fervorosamente
Que Deus lhe dê em dobro, tudo o Que me desejares.
Este The Ravignac é absolutamente uma antecipação. Houve realmente uma efetividade correspondente. Um vinho, uma mensagem... pedaço de papel, janelas, garrafa de vinho como a poção panaceica. Grades por vezes, que eram para ser vistas como afagos ou gentilezas mas me assustavam, eram duras demais, espantadiças. O "lugar" era como um "depois", mas o meio nós inventamos. Nós empregamos temas mitológicos para marcar pontos aprazíveis na mais mera descontextualização, fizemos com que parecesse mágico, fizemos como se fosse algo, aquilo que não era nada, era pior que nada, era uma invasão a domicílio, era uma operação nefasta, mas isso o meio, já o lugar era em que aportáramos, nosso destino, a interioridade, era exatamente assim. O vinho, uma mensagem... "Le journal". O problema é o que entreviu o quadro, o Gris. Exatamente essa superposição. Juxtaposto. Duas coisas. Deviam ser só uma. O conflito latente, adormecido ainda na sombra das coisas delimitadas pelas janelas azuis. Como entre o meio e o lugar. Nós não sabíamos. Naquele tempo eu pensava em extensão. Foi só mais tarde que descobri as pedras do calçamento. Uma topografia. O imaginário é como se deve, entranhado. Entranhamento. Da gente num meio, de um meio na gente. Atuante. Para aqui e para ali, de cá para lá, sem cenas retumbantes como agora podíamos reconstituir.
II
Reconstituindo o cara do bairro sujo, um daqueles típicos perversos de hoje em dia, alguns por lá, tudo estava muito vazio, só uns desses, um, depois outro, ie, outras duas, vimos, ouvimos, mas aí eu já compreendera ser preciso o que deve ser preciso, enquanto o Lui insistia em que se era preciso, eu havia absolutamente determinado, então devíamos pegar o ônibus no terminal, ao invés de na avenida principal, estávamos naquele meier poeirento de um domingo capital, então era isso, eu queria ir em frente, ele insistindo, é por ali, deve ser por ali, morei aqui por eras, sei tudo isso, é... era por ali, deve ser ainda... tenho certeza que deve ser ali... e zanzamos enquanto ele como que farejava para ver onde é que estava o ponto do ônibus agora, o que eu havia absolutamente determinado era ir pra zona sul, ele é que havia antes absolutamente determinado o meier, porém não contava estar tão vazio, era realmente desalentador, então ele resmungando bãh, se houvesse me dito antes tínhamos pego o ônibus para lá, e não para aqui, eu havia simplesmente sido informada de que devíamos vir, era isso, eu queria ir em frente, não, não, o ponto é lá, deve ser ainda, tenho certeza, etc., até que perguntou para um rapaz e uma senhora muito atenciosos, finalmente gente educada, então, nisso... eu andando em frente. não na principal, naturalmente, mas isso são águas passadas, dito assim... andando em frente, de qualquer maneira. ainda que até o ponto do ônibus que finalmente foi encontrado, um terminal novo, placas com uma espécie de logotipo escrito favela em róseo com o e ao contrário. ônibus por lá. E o cara no meio dos outros - antes eu já havia xingado um deles, i.e, do ponto de que tínhamos vindo em frente ao prédio, o motorista do 238, de filho da puta, porque no que a gente fez sinal para ele esperar, estava parado no ponto o filho da puta, tal desgraçado arrancou simplesmente e a gente teve que esperar outro. Então eu andando em frente e um cara no meio dos outros no ponto do nosso ônibus entre os demais do terminal, esse cara com o braço apoiado na cabine enquanto ele e os outros ocupavam toda a calçada eu meio apenas disse dá licença, mas ele sacou que não tinha agradado, ele ficou fazendo onda, não acredito que não tivesse visto, demorou para permitir que andássemos, daí ficamos esperando uns quarenta minutos para o ônibus simplesmente aparecer, e o ônibus apareceu com o número infeliz, eu pensei é isso, é a desforra do meu desbunde, e me plantei bem em frente a porta enquanto os palhaços ficavam fazendo mais e mais hora para o motorista entrar lá dentro - exatamente assim pleonasticamente dado o atraso da coisa toda dele aquela altura, o que destemperamos por considerações rememorosas a propósito do lulu santos dado o fato do out door ali na frente, e comentamos, ah, sim, ele fez o número de entrada do eric clapton aquela vez era o rockinrio ou o hollywood rock, etc., e consideramos porque o rockinrio pode ser em Lisboa e eu aventurei que é por que é uma forma e não apenas uma localização - então nesse exato momento, vejam bem eu havia ficado bem na dianteira daquela porra daquela porta, uma garota com cara de chata não havia respeitado a fila e eu estava tão irada que me plantei bem na frente dela assim mesmo e então o motorista destrambelhado com cara de show bizz veio adentrar fi-nal-men-te como que a pedidos até mesmo com um capacete na mão e então ele adentrou e eu aproveitei para me mandar, ah, ah, ah. Me mandei para um metro e meio dali, e me plantei a fim de esperar o outro carro. É isso que eu queria reconstituir. O que aconteceu então. Após o Lui ficar me enchendo porque eu tinha que entrar no maldito número infeliz e eu disse não, ele se acomodou à ordem atual das coisas e então eu arrumei um lugar interessante novamente, o mesmo lugar em que estávamos até, em frente ao outdoor, e então o cara, aquele tal do braço, esse cara não pode aguentar, simplesmente. Ele ficou zanzando de um lado para outro absolutamente desorientado, ratlos, e apontava "olha lá", e "o carro é aquele lá", ele tinha visto que eu e o Lui havíamos rejeitado o dito cujo do ônibus maldito, e ele, ah, não, não é possível alguém rejeitar um carro desses, um motorista com capacete, era o jeitão da coisa, e ele continuava, vai lá, vai lá, o ônibus vai sair lá, etc., isso é absolutamente absurdo, o cara ali se metendo com a gente, e então o Lui fez que não com o dedo, não, não, até o cara desistir mas ele não desistia de forma alguma, assim, intimamente, ele voltou para a cabine, desta vez até entrou na cabine e tudo, com a cabeça baixa, absolutamente infeliz. Então foi tudo muito ligeiro, depois que o dito maldito saiu, o outro carro veio, com um número bastante feliz e contente, etc., e a meio do caminho, já pouco depois da uerj, pasmem, o carro da frente lá estava, enguiçado. E todos os que haviam pego entraram naquele em que estávamos. Até a garota chata, creio eu - nem vi, olhei para o outro lado, a janela. Palhaçada, exclamei (!)
III
E nesse meio de caminho lá estava um outro outdoor absolutamente sem vergonha, o descaramento histórico, a falcatrua, a porcaria, celulares gigantescos anunciados como se fossem o maná do deserto, por novescentos e noventa e nove mil reais cada, como se fossem a oferta mais sensacional deste mundo dos preços baixos - isso é o que o Cade devia estar absolutamente proibindo, abuso de poder econômico! - exclamei. E isso é o que não fazem, eles não fazem o que deviam estar fazendo, isso é um abuso , primeiro fizeram condicionamento pavloviano e nem mesmo skinneriano, ie, como se com cachorros e não gente, de brasileiros utilizadores de celulares baratinhos para então dar o golpe do watsapp de modo a só rolar nas lojas celulares de mil reais, quebrando a moeda corrente, o valor dos juros está que não há nada que iguale, em Ipanema em compensação, uau, que suell, um barato, gostosura, o mar lindo, tudo lindo, mesmo que eu não tenha arriscado qualquer variação daquela cara de "é isso que é preciso fazer" o tempo todo, compramos siri, e tintura do cabelo, e depois apenas o detalhe do vídeo no ônibus, meu Deus, é absolutamente necessário proibir vídeo no ônibus, é uma lavagem cerebral, reclamei da prefeitura novamente só para quebrar o silêncio e aproveitar o espírito da cara de "é isso que é preciso fazer" - a prefeitura que cobrou novamente a conta que já estava paga novamente - e imediatamente aparece na tela anúncio da prefeitura advertindo que iria multar e sei lá mais o que todos os carros e motos que estivessem "em" sei lá o que e que até mesmo haveria um funcionário da prefeitura "em" trinta minutos no local, que local? creio que dos carros e motos "em", daí minha proposta foi que saltássemos imediatamente, e pegamos o outro ônibus "em" frente ao ministério do trabalho, de novo com vídeo, mas que porcaria, o vídeo do dia da energia, só para, ontem, ouvir o Lui tendo que repetir vinte vezes o nome e o número do cpf por causa da sacanagem da piranha da atendente da claro, elas ficam repetindo "nome, número do cpf" a cada frase que a pessoa diga, elas repetem como se nunca jamais em tempo algum elas tivessem já perguntado e já alguém respondido, e ela enrolou tanto com/sem informação alguma, que o Lui se aborreceu e já nem podia falar por uns minutos, até se recuperar, isso tem sido assim constantemente, e eles cobrando contas por serviços já cancelados por eles mesmos - mandaram a gente para a net - e hoje o Lui esteve na loja para ver se melhoram as chances de obter qualquer esclarecimento, e imagine a gente ter que ouvir por telefone do marido da gente, que "eu não consegui que ele me infomasse qual é a coisa que tem que acionar", há uns botões misterioros no celular que veio com watsap, parece que há um meio de cobrar taxas por serviços não usados apenas por ter acionado o que ninguém acionou jamais, porém não há meio do cara simplesmente nomear a coisa que deve/não deve estar acionada, imagine isso. Então temos que ir ao banco. Por que a claro ficou afinal pendente por uma cobrança do mês de março, só que a gente pagou o mês, então vamos no banco para obter o extrato - a referida conta está encerrada.
IV
Sobre o califa das camponesas e rainhas, como se pode já ter depreendido o mito em questão é o hindu do backtivedanta, mas por aí anda um outro, o de gente mais simples em torno do castaneda, e isso em meio à profusão religiosa dos protestantes e católicos, não há absolutamente ci-en-ti-fi-ci-da-de alguma em lugar algum, a universidade está empazinada de nada, censura do senso comum por todos os lados,
e querem enfiar o funk copiado abobado como se fosse a quintaessência da "brasilidade" cuja letra se reduz a quero comer, quero foder, quero cagar na cabeça de alguém,
juro que nas universidades querem enfiar isso nos livros da escola,
Eu detesto isso que estão fazendo por aqui como o nome de funk, com exceções pros que não são vendidos de mídia nem fascistas sem vergonha.
a pergunta é porque, nesse caso, se teria ainda de ir na escola, ou porque se teria ainda que pagar faculdade, eu acho que nesse caso é melhor não precisar gastar com educação, se é o caso disso jamais voltar a se parecer com escolarização, e se é o caso de não transformarem um vocábulo no outro, educação em escolarização, simplesmente
para a coisa entrar nos eixos sem precisar baixar a porrada, imediatamente.
Escolarização.
E se não estão dando escolarização nas escolas e nas universidades, se é pra o discente sair do mesmíssimo modo com nada na cabeça do jeito que entrou ainda dizendo os docentes que funk de mídia é educação, então não precisa, absolutamente não precisa. Não precisa de verba, de escola, ou de universidade. Não precisa lavagem cerebral daquilo de que não se pode absolutamente não ter ouvido, não ouvir, não ver, em todas as rádios, televisões, ônibus, taxis revistas e jornais, vizinhos, praças, ruelas, favelas.
Ne me dominez pas.
A propósito, pasmem-se os cullers jonathans, por aqui estudos culturais são os gabinetes de universidades onde planejam docentes para enfiar o funk de mídia nos livros de escola, sendo que quem se aboleta nos gabinetes são também de mídias, etc.
V -
Temos que ir ao banco.
Queria muito abstrair absolutamente qualquer retumbância, qualquer cena, nada de nada, como deveria ser a enunciação, só por ela mesma, acumulando-se continuamente ao modo de grãos de areia, com misteriosas forças coesivas atuando entre elas, como se pode conjecturar pelo modo como se tornam compactas, nada afunda além de alguns centímetros, absolutamente não, nada (...) / continua
Fiquei paranoica e creio que afugentei os espíritos da idiotice, da ... que epiteto colocar aqui ___________? O pior possível.
ônibus
falcatrua
As tentativas de impedir a literatura Real neste país não vão alcançar sucesso.
A formulação da idiotice microsoft/internet nesse mesmo sentido, não vão alcançar sucesso.
Vamos ver se computador faz enunciação.
Não.
Vamos ver se computador tem corpo para arriscar na História.
Não.
Vamos ver se o computador tem qualquer percepção dos ventos que sopram - historicamente.
Não.
Vamos ver se computador distingue texto e discurso, se ele relê descobrindo sentidos antes desconhecidos, a partir de experiências acumuladas.
Não.
Portanto, computador não é inteligente. é a idiota da classe média, é o idiota do caipira, é o idiota do metido a déspota/s quasquer, tentando vir "falar" por meio do já falado - como soi.
só fala ele o já falado enunciando-o com um sopro de jactância infinita.
Os três tipos são o enunciado ambulante.
o pior nem é isso - o enunciado projetado como o próprio espaço da enunciação - mas sim a verdade que é que esse espaço está intrusado por filhos das putas que ... o que, não sabia? filhos das putas podem obter controle sobre o computador pessoal e escrever nesse espaço assim como se fosse eu mesma, a dona da conta e do computador - e assim, qualquer personal computer é possivelmente intrusado - o que, não sabia? Não lhe disseram quando você comprou? Ah, não, tenho certeza que não. Nem se vai encontrar nas livrarias, autores tratando do escândalo do século, que é o personal computer intrusado, o fim da legalidade, a pior filhadaputagem que já foi feita contra o ser humano pelos insanos capitalistas, - além da destruição do meio ambiente que continuam fazendo.
fomos no banco, foi informado que havia mil contas pagas menos "aquela", foda-se, vamos ver o que mais vão pretender cobrar. Sério, cada "atendente" - para ver se me acalmo vou usar esse eufemismo - dos duzentos que se apresentam a cada vez, da falcatrua claro, insistem em que não obstante estarem cem por cento informados de que nós estamos recebendo os impulsos da net, conforme a própria claro estabeleceu, e a net já está paga, devemos pagar a conta do mês da claro - queremos saber quem está responsável por colocar o abusado na cadeia.
quando transferiram para a net, estávamos solicitando que restaurassem o envio dos bites que estávamos pagando porque a essa altura já não se podia utilizar normalmente a internet devido a defasagem de bites que eles estavam configurando
isso contando-se com o fato de que sempre que se ajusta qualquer coisa com a claro, ao ligar-se novamente por qualque motivo descobre-se que nada foi ajustado ou que coisa muito diversa foi ajustado, e, além disso, como é assim, não mandam a conversa gravada solicitada porque dizem que nada foi solicitado quando liga-se para cobrar a conversa gravada - o que é óbvio que podem fazer desde que temos um pseudo-governo que permite que façam contratos por telefone sem ser obrigatório envio automático da conversa gravada sine qua non para qualquer cobrança.
evidentemente há lei de liberdade de expressão e consciência neste país, evidentemente sou maior de idade e não tenho que prestar contas da minha vida exceto se estivesse sob acusação de faltar com o dever perante o código legal, perante autoridade constituída, o que não espero vir a acontecer uma vez que não estou ferindo qualquer prescrição constitucional
não estou extorquindo dinheiro de pessoas a quem não prestei serviços
não sou prostituta e por isso não preciso agradar todo mundo
não tenho a menor ideia do que poderia vir a intessar alguém de modo a vir ler alguma coisa aqui escrita
não tenho a menor simpatia pela opinião pública
estou apostando na volta do epater le bourgeois, pois que estaria bastante favorecida pelo incremento do complemento verbal para inúmeras outras classes e status graças ao trabalho do negativo do dumping
e do megafavelamento dos currais eleitorais
não tenho dúvida de que se alguém conscientizar o povo de que, desde que se ponha a panela com água em cima do fogo, não significa saber o futuro afirmar que daqui há pouco irá ferver, uma quantidade surpreendente de pessoas desonestas perderá os votos dos currais eleitorais
além da prefeitura e da claro, a zirtaeb, imobiliária, também está fazendo extorção monetária. Devolvemos apartamento alugado, num prédio velhíssimo cheio de defeitos, com obras feitas: mandamos pintar, fazer faxina que custou quinhentos reais porque foi exigido ser feito por homens (a locadora esteve no local e o soliciou pessoalmente), colocar sinteco, colocar box no banheiro, colocar verniz em armários; tudo isso custou quase sete mil reais, temos o comprovante e o testemunho do obreiro. não obstante, primeiro a referida imobiliária cobrou, depois da "vistoria" - que é feita sem qualquer testemunha, à revelia do locatário - limpeza e vários outros serviços; depois, como a advogada obteve que transferissem a cobrança para a companhia de seguros, a companhia está cobrando limpeza e sinteco!
evidentemente, o atraso nos salários devido à incúria dos governos, implica que as empresas que recebem prestações ficam com juros, uma vez que as pessoas só podem pagar depois que recebem o salário - quando não acontece do governo suspender o pagamento mensal como fez em março com categorias do funcionalismo público, visando a sanha estelionatária especialmente aposentados, a quem estão tratando como se fosse parte da receita do governo ao invés de como é, a aposentadoria ser dinheiro depositado há anos, descontado dos próprios salários do trabalhador que se aposenta, ao longo do seu tempo de serviço.
VI
não era ravignac. Era ravignon.
VII
e se descobrimos isso, na acepção da situação - paralela ao engano sobre o título - acho que até hoje o Lui duvida um pouco. Ele continua pensando na situação do mesmo jeito
VIII
o castaneda começou a me encher já faz tempo. O Lui recusa veementemente descobrir também isso. Não há qualquer meio de convencer que se trata de antropologia. nenhum antropólogo chama esposa de putinha, para ao invés designar a que se faz de piranha alto numem de sabedoria.
O país, aliás, podia se chamar a meretriz dos milagres
tudo menos o comum, é o lema
agora tem franchising de macumba, o mesmo cartaz enorme com uma figura de piranha, o mesmo letreiro enorme, o mesmo nome da pomba gira, etc., em vários bairros
e depois, de quem se esperaria algum numem de "sabedoria", se falta o objeto digno de algum saber? Adapte-se à topologia.
Acomode-se rolando sobre as pedras do calçamento. Se você não olhar, tropeça porque estão incrustradas de modo absolutamente irregular no meio de imensidões de buracos sucessivos, resvalando por inúmeros riscos e rachaduras, caindo por todos os lados, sem qualquer apanágio de cuidados por parte dos poderes públicos responsáveis, cheios de lixo, montes de coisas podres, por vezes vemos papeis sujos de merda
como vi na frente do supermercado no início desse ano na barão do bom retiro e há uma semana atrás naquela rua que liga a vinte e oito de setembro ao antigo boulevard que agora é o extra, que fica onde era muito antigamente uma fábrica de tecidos. Daquelas dos tempos do noel rosa. era para essa fábrica que fizeram aquela música "enquanto você faz pano, faço junto do piano lindos versos pra você".
então, nesses lugares que não são tanto assim nos cafundós do judas, mas até que mais ou menos perto do centro da cidade e onde os imóveis não custam menos de uns quatrocentos mil reais a não ser que se esteja com muita sorte e se consiga por duzentos mil mas limitado a um quarto, porém todos os condomínios por igual a quinhentos e oitenta reais o mínimo, e mais as taxas de gás, luz e água, o gás está a duzentos e cinquenta e seis, o lixo atingiu o referido nível nesses tempos de exação de impostos como nunca antes visto conforme o testemunho acima; enquanto isso, multinacionais são beneficiadas com inúmeras isenções de impostos
há uma equação que regula nossas vidas
exação sobre isenção
enquanto isso os destinos do léxico perseveram impensados até o dia em que ninguém mais nesse mundo saberá o que é exação
o castaneda não é antropólogo e nem um par perfeito. Ele não entendia nada de mulher. Além disso, é um terror pensar na sociedade inteiramente fun-cio-na-lis-ta que ele fantasiou como se fosse o mito do bruxo bem comportado
as pessoas são de quatro tipos unicamente, o tipo rege do físico à profissão idealmente destinada, e elas tem que reproduzir sempiternamente o senhor feudal que as escolhe para a dita reprodução até que depois elas mesmas se tornem o senhor feudal da referida região mais sua mulher/não putinha - o sexo é proibido exceto para a prostituta numênica - e tenham que escolher o reprodutor e assim eis a porta rica para o infinito, e a mais tem o rei e a rainha, únicos, reproduzindo porém a coisa toda
reproduza tudo e só não seja capaz de reproduzir o impossível - a saber, o som da risada - por milênios, desde o gênesis
o homem comum dos nossos dias é um castaneda decorado, ou um patriarca bíblico decorado, ou um califa hindu decorado. Tudo decorado. O enunciado. Ou então é macumbeiro. Os esoterismos são todos canalizados para como ganhar dinheiro. Os vampiros são aquelas mocinhas nazistas que elaboram planos sobre como "puxar" a luz da pessoa, ou então uns caras que usam terno e juram que se põe a mão em alguém, vão prognosticar tudo o que lhe vai acontecer, etc.
O homem comum continua evidentemente não podendo fazer mais do que qualquer homem comum poderia mas está convencido de que é, pela ordem: um senhor feudal repetido que pode voar e recuar a eras passadas e futuras, vender livros e influenciar pessoas, o escolhido dos santos anjos e igualzinho a qualquer um deles, ou um califa com as tantas camponesas & rainhas.
As mulheres, depende; ou são deusas ou são lixo.
há várias "lixo" e inúmeras "deusas". não é uma questão de quanto é o michê uma vez que meretrizes são todas "deusas".
A enunciação é porém como todos já poderiam ter previsto povoada de cenas das que não conseguimos nos esquecer por mais que tenhamos tentado isso. Ainda que, como observei alhures, quando a gente tenta se livrar delas transformando-as em enunciações absolutamente livres e desembaraçadas, elas começam a fugir. Fogem tanto que não nos lembramos de mais nada, subitamente. A afasia e a amnésia deveriam andar juntas, como se vê, mas não é tão simples assim. Há uma profissionalização da verborragia que talvez seja mais antiga do que a profissão de meretriz. Geralmente os verborrágicos eram o braço direito dos palácios & dinastias, especialmente as usurpadoras. Eles criavam excelentes sistemas de representação do poder político sobredeterminado por interpretações esotéricas de fenômenos naturais. Hoje em dia é a mesma coisa de quando nos dizem que é o karma e que escolhemos até onde nascemos - ao invés da gente poder convencer alguém de que o sistema de empregos, impostos e lugares de moradia pre-existe à livre iniciativa que é assim, ela sim, um mito.
Por meio dos sistemas de representação do poder político sobredeterminado por interpretações esotéricas de fenõmenos naturais, o imperador é o céu, a rainha-mãe é a terra, o primeiro filho é - não me lembro bem, mas tipo o trovão, se o outro é a água e as filhas são o lago e o fogo. Existe ainda o vento que é ao mesmo tempo madeira e a montanha. Ser a água é que é o problema. Água e lago não são a mesma coisa. Lago é a mocinha tranquila, água é o perigo iminente, o símbolo do incompetente, ladrão e mais geralmente de tudo e de todos em que não se pode confiar. Se eu tivesse que escolher escolheria a China. Sempre se pode ser maoista. Se eu não pudesse escolher eu tentaria de tudo para ao menos não ser hindu - ainda que alguns sistemas hindus sejam atraentes porque a gente até pode suspeitar que não sejam bem hindus. o backtivedanta por exemplo, não é nem um pouco bem hindu. Ele fabricou uma versão aceitável para cristãos ocidentais. Ficou bonitinho, até. Já o buda é o máximo - até onde o buda é o buda ao invés das porcarias que andam fabricando por aí nos termos de búdicas hierarquias celestiais.
O problema real é que a gente não pode não ser grego. Entender a Grécia não é como entender qualquer coisa que não seja a Grécia. Ninguém consegue entender, realmente, eximindo-se de se enredar na mais completa ... que palavra usar para isso? Se enredar no mais completo tudo que se puder designar relativo ao entender seja lá o que for e que se puder encaminhar em vias de alguma enunciação, qualquer uma, por menor e menos pretensiosa que seja. Se para a gente entender qualquer coisa na Grécia é preciso começar pelas explicações gregas sobre o que e como é entender qualquer coisa em geral.
Heródoto revolucionou tudo, por exemplo, que se pudesse ter pensado já ter entendido sobre a Grécia. Se você o lê depois que pensou que entendeu pelo menos alguma coisa.
Quem entende, por exemplo, que ele tenha desmontado tão completamente o sistema da sobredeterminação esotérica do poder político, que até mesmo registra o episódio do suborno do oráculo do deus, para a pítia responder favoravelmente à causa de um dos partidos que estavam em litígio, e, ainda assim, os seus capítulos são todos devotados, cada um a uma musa?
A meu ver não cabe chegar ao cúmulo de perguntar se "acreditavam os gregos nos seus mitos". E sim observar que ele devia estar tão somente sendo grego. O raciocínio é o seguinte. Ele é grego se ele não é um fanático persa, um tirano demagogo que não fez uma crítica política sequer uma vez na vida, que fica bajulando os deuses e os oráculos enquanto espreita uma ocasião para ferrar as nações do mundo inteiro a seu tributo, e estripar os reis delas, e etc.; mas ele é grego, também, se sua Paideia declina o favor das musas, e não de outras fórmulas propiciatórias persas ou lídias quaisquer.
Eu juro que não sabia que o Creso lídio se salvava do jeito que se salvou. E que ele ficava lá com os persas ao longo de toda a história, transformado em dileto conselheiro, sempre acatado, estimado e respeitado desde que Apolo o salvou da fogueira - aquela que todo o mundo já viu o desenho do soldado persa ateando - com uma bela chuva.
Por ora o bastante, quanto a Heródoto;
... continua
08/06
A literatura Real é a proposta em que
não havendo a distância do Ser
A palavra viceja
corações pequeninos que pulsam
e o sr. Derrida não queria que pulsassem
bocas entreabertas que respiram
Mesmo que o sr. Derrida não quisesse que
respirassem
=====
... continua
09 / 06 e 10/06 (de madrugada)
Quantas vezes temos que repetir que estamos querendo saber que direito tem a admnistração do Estado, de pegar o dinheiro que os trabalhadores que estão agora aposentados depositaram ao longo do seu tempo de serviço? Quem seria tão idiota a ponto de abstrair o fato de que a aposentadoria é apenas o dinheiro que o próprio aposentado depositou ao longo do tempo de serviço, e não dinheiro que o Estado arrecada de impostos para financiar educação, saúde, e tudo o que é obrigação do Estado prover conforme a constituição? Quem? A imprensa do Rio de Janeiro, que continua distorcendo manchetes e notícias comunicando apenas que o Estado "está sem" dinheiro para pagar aposentados, está tendo que vender propriedades, etc,. para pagar os aposentados, etc. A imprensa não indaga o que a administração fez com o dinheiro depositado. Para a imprensa não existiu dinheiro depositado jamais. Enquanto a imprensa e a administração do Estado apregoam que o Estado está sustentando os velhos com o dinheiro da população, a propaganda faz campanha de doação de órgãos utilizando velhos como referenciais dos que devem morrer para outros usarem os órgãos deles - conforme vi nos relógio-pirulitos de copacabana há uns tempos, até botavam que a família era a voz do velho. Já a propaganda na televisão começa com palavras: amor, vida, alegria, etc., uma festa - até se descobrir do que se trata.
Isso é a merda de país fascista no qual estamos, sendo vigiados vinte e quatro horas por dia por prostitutas, cafetões, vendedores de órgãos e outros publicitários, os quais infestam também a fraude que se chama "personal computer", bandidos do sistema que se acham a única coisa na qual pensamos - de fato, quando se trata de pensar na merda, pensamos nos tais, sim. Até começarem as bombas, e a gente puder eliminar todos esses assassinos
para que não sejam tantas as horas por dia nas quais temos que pensar na merda ao invés de na inteligência
///// a merda que infesta a mídia tem a psicose de números relacionados a pessoas, posições até das frases, etc. //////////// estamos cagando para a porcaria dos indivíduos associados a seus números, ouviu? Os achamos todos uns merdas iguais a mídia /////////////////////////// pouco nos importa quem faz a invasão ilegal do personal computer, até que possamos por na cadeira elétrica qualquer que faça invasão ilegal ou então acabar com personal computer assim como com o neoliberalismo econômico dos filhos das putas que lhe são associados
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- qual é o significado de pragmática?
- quem pergunta?
A semântica, depois de cair de tão surpreendida pela pragmática, ficou ridícula além da conta ao topar com assassinos dispostos a utilizá-la como se já não estivesse obsoleta. Saiu-se com essa de que a princípio precisaríamos do significado da palavra pragmática. Sem considerar que se "precisamos de" alguma coisa, já se trata da pragmática e não de semântica; do contrário não precisaríamos de nada porque não se trataria de alguém para precisar de alguma coisa.
O significado já teria que estar dado, se fosse demonstrável que ele é prévio, que é tudo o que existe previamente.
Mas, inversamente, qualquer mensagem na língua é texto e supõe um endereçamento macroestrutural, e se é evidente que não se responde do mesmo modo a quem pergunta sobre o significado de "pragmática" conforme ele seja um linguista, uma criança ou o hipotético leitor do livro especializado que estamos escrevendo sobre o assunto.
Por essa porcaria de teoria obsoleta semântica fenomenológica, nós falantes da senhora linguagem somos a excrecência dos significados dados prévios, ideais, todos puros, não-psicológicos, puramente raciocinantes feito anjinhos, nós a excrecência dela. Ainda bem que não se trata disso; do contrário, vejam só, nós seríamos o excesso de nada além de dejetos. "A coisa". O significado. = merda
Além do que, seria importante acautelar o leitor contra a ingenuidade de que num texto o significado dos termos é constante. Se fosse, a análise do discurso não alcançaria jamais aquilo para que foi feita atingir, a "ideologia" naquele sentido bem especificado de "a porcaria da mentalidade fascista do discurso", e, pelo contrário, seria nada além de paráfrase.
Num texto geralmente o sujeito continua pensando que está falando a mesma coisa quando já agregou inúmeros valores outros pelo meio do caminho ao transitar com um mesmo termo.
E isso não é uma regra.
É uma vicissitude, uma doença, uma patologia, uma irracionalidade, ou meramente um sonho. e como se pode ver, há uma repetição
O que precisamos é uns dos outros para nos compreender (não-mutuamente).
A gente reconhece um idiota quando ele começa a falar de um jeito para induzir a crer que ele realmente pensa que uma carta anônima foi escrita por ninguém.
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I hate lucy
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vingança da semântica?
- qualquer que seja o endereçamento, será sempre um significado.
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minha cabeça é muito mais que câmera fotográfica
nem é cena de cinema
computador não tem cabeça
dica é informação de mafioso - só pros amigos dos amigos, subentendendo-se que foi comprada de algum jeito e que ninguém mais sabe disso
juro que não é assim que costuma ser, estou escrevendo assim, por sentenças, apenas porque estou em estado de choque
esse não é o meu normal, nem o de ninguém
estamos infelizes aqui
está uma merda aqui
por causa de bandidos tão filhos das putas, tão cínicos, tão devotados a foder com os direitos das pessoas honestas, que estão roubando tão sistematicamente, e o que é mais nojento, fabricando inversões de atributos tais que o que mais cobiçam é legitimizarem-se de modo que os defraudados é que seriam acusáveis de todas os horrendos defeitos do caráter deles e mais de todas as nojentas ações deles - até aquelas mesmas que consistem na fraude contra os próprios acusados - é isso. O que está acontecendo aqui. Em nível "nacional", institucional, a pior merda que já existiu se chama o de hoje brasil. A palavra da merda é "esperança". A instituição do lixo, que até mesmo paga horrores para a propaganda distribuir a "ideia pura" de que há o belo lixo limpo sorridente, ao lado do feio lixo sujo que a prefeitura avisa que não vai coletar.
Juro que eles põe o lixo sorridente. Põem a propaganda do lixo limpo colorido sorridente que coletam ao lado do lixo sujo pretão riscado com x que não coletam, na parede do elevador.
Na Gávea não se pode mais passear na orla da lagoa porque puseram lá nomes de pessoas que estão para serem assassinadas com patrocínio da adidas cuja agência de publicidade está paga horrores para fazer propaganda fascista do "tipo" domine ou seja dominado, etc. Não esqueceremos. Ao contrário do que a burrice supõe que pensa.
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Filosofia da mente é o nome da babaquice pra onde enfiaram a porcaria analógica do computador - traduzindo, fenomenologia obsoleta. É fácil reconhecer. É só sacar quando se começa a ler "mente" por toda parte do texto, só que não se especifica o que é "mente" em parte alguma.
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Naquela contingência de Gris, etc., a que devíamos voltar sub specie memoriae. Foi quando só havia, de visita, o deive. E então a filha da putinha da televisão começou a revelar o caráter dela. Vinha o deive naquela ilha de porra nenhuma a que entretanto eu e o lui havíamos atribuído algum encanto picturesco, e logo a televisão estreou a invasão de privacidade - mostrando um anúncio em que víamos um casal sentando num sofá para ver tv e o irmão da moça como um chato de galocha meio gordo se intrometendo no meio dos recem-casados. Agora, o outro meio-irmão, esse sim o chato de galocha, mais que isso, roubalheira total da nossa herança, encheção de saco desde a nossa meninice, alteração a forceps & disritmia, ácido de sunshine etc., etc., mais aquela doença chamada do perdulário, só que com o dinheiro nosso do trabalho do nosso pai, etc., ah, esse não, esse a televisão nunca sacaneou, pelo contrário, é o bajulado da cidade, é a calúnia voltada contra nós outros. Então o deive, que me tratava super bem e que era mesmo meu amigo, a única visita que eu tinha após ir morar na ilha com o lui, estava vindo do nosso apartamento que compráramos com o que havia restado - porém, algumas semanas depois da minha mudança o collor roubou a poupança e o deive ficou sem ter como pagar o condomínio. Nunca aconteceu algo tão horrível. Ele havia se casado há meses, quando a namorada engravidou, e agora a filha dele havia nascido naquele apartamento. Tinha quase vinte anos, havia feito curso de técnico de computador e estava usando o dinheiro para manter a família até fazer a carteira de clientes. Imagina o choque dele.
Vendemos o apartamento. O sítio que tínhamos, com o que compramos o apartamento, estava alagando por falta de vergonha na cara das obras públicas. Mas também vendemos mais porque queríamos nos livrar da porcaria ... - história que já me encheu. Encheu, vou mudar de assunto. Exceto pelo registro da loja do meu pai, que não sabemos porque, ficou para o perdulário. Que gastou o dinheiro da venda dessa loja do grajaú em exatamente quinze dias. O que hoje seria de um e meio a dois milhões. E exceto pelo fato de que resumindo tudo, o que sobrou é a "minha" casa ão obstante a localização infecta que a minha mãe foi arranjar, a qual está ocupada pelo perdulário mais meia dúzia de filhos, netos, papagaio, cachorro, e etc. Ainda há uns dois anos, a minha mãe foi parar no hospital com pneumonia porque a filha do perdulário quebrou o telhado da cozinha dela, nessa casa, de modo que quando a chuva entrou ela ficou lá de madrugada tentanto tirar a água - e depois, com dinheiro tirado do que me devia, o perdulário contemporizou finalmente consertar o estrago, agora anda dizendo que "fez" a "casinha" dela, com o dinheiro que me deve! ele, que foi pra lá de favor, porém nunca devolveu. E não se pode falar do perdulário pra vítima dele, essa mãe ... é o filhinho dela.
O deive, que precisou da casa depois que foi roubado pelo collor, morreu por causa disso.
os filhos das putas de mídia orquestrados com os outros da cidade ficam até hoje pisoteando o fato. Não tem nada pra se cartar além disso.
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Ainda ficou o perdulário devendo um toca-fitas num supermercado, depois de gastar a loja. Tivemos que pagar para o perdulário não ser preso. Há ficha na polícia. Mas a delegacia onde ficou registrado, do lado do antigo jardim zoológico, está fechada.
Por que, heim?
=========== A lista do que o perdulário já nos roubou até hoje é bastante extensa.
Mas
juro que estou a fim de mudar de assunto.
exceto ainda pelo registro de que na noite do impeachment assim que vimos o cordimerda na tv compreendemos que daqui há alguns anos, ver-se-á a dilma no senado, e que tudo nesta porcaria de país é uma palhaçada e de que o epíteto país para isso é um eufemismo e de que o mapa dessa porcaria é colonial, e de que se houver um país não será a mesma porcaria desse mapa, o mapa do país se houver deverá ser das regiões feitas nações, e então não terá havido império dinástico algum na história das repúblicas americano-aborígine-negro-latinas
========== Inventar assuntos é algo impossível à mente (?) humana.
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Este escrito devia ser sobre... Obras de pós-arte. Inventamos que existiu arte naquele exato momento em que nos conscientizamos de que já não existia. Então as obras de pós-arte eram selecionadas como tais conforme inspiravam temáticas a propósito daquilo que haviam sepultado como já não existente. A superação era o tema principal de toda obra de pós-arte que devia existir.
Era preciso, pois, que alguma sugestão a propósito do que existira estivesse subjacente (o verbo subjazer é defectivo) - ao que assim viera a existir.
A existência não se comunica para além dela mesma, como todos já deviam saber. É intrínseca ao "que" existe enquanto o existir. é por isso mesmo que na generalidade de tudo nada existe, se existisse não poderia ser pensado e se fosse pensado não poderia ser dito.
daí porque por mais espantoso que tudo isso seja, não poderia ser além de mim mesma.
A culpa é um complexo e não um fato.
só a existência absolve, se tudo nela é absorvido
não tenho a menor ideia de porque isso poderia interessar a alguém.
não leia.
a pós-arte superou muitas coisas, tantas quanto criou como o superado do seu existir. uma das coisas que se repetiram em várias tendências pós-artísticas foi a interdição do acesso a si, como ao esperado superado de si. era importante que o ver se confundisse consigo mesmo, como o ver de algo interdito.
não veja.
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não restou a questão do ser. se a grécia enuncia "me on" e não necessariamente "ontos on", por que isso deveria ter sido esquecido? por que dizer-se que a grécia é platão e não gorgias?
platão não era um grego - não um da era clássica. ele era um persa, que nessa época também significava um egípcio, que na época também era o mesmo que "aqueles que tinham a cumplicidade de Sparta", que resumindo se pode entender como um monarquista absolutista viado que queria que o enrabassem com alguma espécie de bênção sacerdotal assim como se isso significasse ser algo mais do que escravos, democratas e demais pessoas comuns simplesmenete enrabadas como tal. como se fosse ser algum tipo de ser único para quem não havia pragmática mas só significado de modo que as perguntas que se deviam fazer eram apenas meios de se remediar o fato de haver neste pseudo-mundo material escravos, democratas e pessoas comuns, fora de que não havia nada entre fato e valor.
tudo era transparente como as asas dos anjos viriam a ser alguns séculos mais tarde quando se inventasse o cristianismo
que evidentemente não era platônico, se era para o povo
ainda que não democratas nem pessoas comuns, escravos todos convencidos de que eram todos para serem enrabados pela bênção sacerdotal
comunidade de que platão teria se arrepiado porque cheirava a povo - termo que significa aquela espécie de animal que tem sovacos. e depois o modo pelo qual foderam com a democracia na grécia até bem antes dos impérios a invadirem foi atulharem os tribunais com torrentes de processos absurdos, como aquele muito famoso em que um homem era acusado porque tinha filhos não atenienses
a propósito, na grécia os viados eram de fato muito comuns, porém todos dórios. os outros, jônios, atenienses e da ásia menor, que eram os letrados e que inventaram a filosofia antes do império estragar tudo com a porcaria platônico-aristotélica & estoica, esses, pelo contrário, eram chamados de os efeminados, isto é, não viris. eles eram democratas e considerados nada além de palradores bobocas da retórica que nenhum dório - leia-se spartano - cultivava devido a considerar perda de tempo se a gente podia resolver as coisas na base do cacete, muito mais imediatamente. todo mundo sabe da onde veio o termo "lacônico". então na lacônia, leia-se sparta, machão é quem enraba os efebos, isto é, os menininhos adolescentes; na lacônia dório spartana homem que gosta de mulher é efeminado. não é que eles não se casem e tenham filhos, a questão principal é do que eles gostam. daí porque de alcibíades, que era um homem muito bonito, se dizia que quando jovem tirava os homens das esposas e só quando mais velho passou a tirar as esposas dos homens. mas este alcibíades nem era lacônico, e sim ateniense - falava pelos cotovelos especialmene quando bêbado. o problema é que os atenienses sempre tiveram um complexo de inferioridade frente aos spartanos porque estes é que eram os machões na fama da grécia inteira, e então os atenienses adotaram uma moda dória, e a instituição da efebia; porém note-se que os spartanos viados realmente haviam sido cúmplices da pérsia - o heródoto não conta essa história nada direito - e os atenienses assim chamados efeminados é que tinham ganho a guerra contra o rei idiota da pérsia. até o heródoto registra a idiotice desses reis, conforme o oráculo de que no dia em que um burro se sentasse no trono persa ...
& etc. ( o interessado nesse oráculo jamais imaginou que um burro ia sentar lá, interpretando erroneamente que a coisa em questão não ia acontecer )
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não sei inventar assuntos.
a menos que seja o caso de contar sonhos. o mais recente sonho que tive foi com a perna de um pós-artista que conhecemos, a qual estava ferida com um corte profundo, e então assim que vi o corte na perna dele, percebi que havia um igual na minha, e então percebi também que havia mais ferimentos na minha perna, estava muito ferida, uma das feridas sangrava, e eu pensei "nossa, minha perna estava ferida e eu nem sabia" . além disso, eu não sei como é que os cavalos que ficam na frente da varanda do apartamento em que estou morando agora com o lui não caem, porque eles ficam numa encosta de montanha, super inclinada, e quando chove fica tudo como se fosse desmoronar - a frente da casa da ilha, frente com escada que ficava numa encosta, justamente, desmoronou, isso foi naquele reveillon de 2009 quando desmoronaram inúmeras casas na cidade, e depois, porque o lui ficou ferido nesse desmoronamento, no hospital enquanto eu esperava que o atendessem - a gente foi levado até lá na ambulância dos bombeiros, até no meio do caminho uma moça foi atropelada e a ambulância a recolheu também - fiquei vendo na televisão os estragos da enchente em vários municípios. foi nesse momento que apareceu o primeiro filho da puta típico dos que ficaram me ameaçando uns dois ou três anos, na rua, desde então - o idiota ficou lá frente do guichê, falando a porcaria da ameaça de morte pra eu ouvir dele. era reveillon, imaginem, bem quase meia-noite, não foi nada de grave, o lui se recuperou logo do ferimento no braço, a gente ficou num hotel duas semanas até achar um apartamento, depois a prefeitura nos obrigou praticamente a vender a casa da ilha - alegando que ia cair de novo e que seríamos os responsáveis desta vez, o resultado foi que em pleno boom dos preços imobiliários, uma casa com apartamentos atrás, etc., ficou por menos de trinta mil reais pros vizinhos, e ainda ficou por conta nossa o imposto de transmissão, eu até hoje creio que o nome disso é politicagem, mas que faire? o lui prefere não esquentar a cuca, e todo o mundo age como se a gente reclamar de alguma coisa neste mundo fosse o cúmulo do mau gosto.
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na pós-arte destaque para mary quant, a inventora da minisaia que era prosélita do mau gosto, ao menos conforme o registro da enciclopédia na qual ela aparece como "uma jovenzinha de quarenta anos", e está de minisaia, com uns óculos engraçados, manipulando um pedaço de pano sentada numa escrivaninha ao ar livre e a enciclopédia cita dela "bom gosto é morte", tudo do pop é cheap thrills, na época em que se acreditava em cachorro quente para as massas como uma espécie de desideologia, e se abominavam os cadilacs com rabo de peixe, ou os vestidos xaroposos de bailes old fashion way suntuosos - tudo o que cheirasse ao consumo conspícuo da década anterior.
Tudo o que a porcaria da mídia - como se chama hoje - veiCUla como se fosse a coisa em si afinal encontrada como os ets de que só se veiCUlam os artigos na forma de notícias dos quase achamentos, e tudo isso é o dinheiro que cirCUla roubado de não mais apenas dos trabalhadores;
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como seria preciso recordar, eu não tenho a menor intenção de agradar
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a pós-arte não tinha muito compromisso, portanto, com o bom gosto. aliás não tinha compromisso algum. mas é impressionante como as expectativas geradas pelo superado tematizadas devidamente na superação tinham por efeito o meta-comentário da mesma expectativa ao contrário da superação dela
como se exemplifica pelo cara que, perante uma instalação tão dessemantizanda de tudo quanto o laboratório 'the potato gilds the potato" do Grippo, onde o que vemos são batatas de um lado e de outro, uma cuba com fios que ligam uma solução verde dourante de batatas à sua fonte num armário de batatas, responde com adjetivos tais como "mistério do laboratório do cientista", "potencial alquímico ilustrado", "síntese de preocupações humanístics e Conceituais", "força vital que transcende os limites físicos" e "metáfora da resistência política". O nome desse cara só podia ser um diálogo platônico. e como se devia esperar, tem um milhão de livros documentários de "arte" dele nas livrarias.
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a matemática dessemantizada que originou a aberração designada computador, aquela brincadeirinha binária na qual a gente faz contas que dão resultados que não tem nada a ver com a quantidade significada dos números, só pela radicalização da idiotice analógica cuja motivação íntima se designa conforme a tara pleonástica desejo de LUCRO & DINHEIRO, é que vem sendo apregoada como a língua universal por detrás da que ora escrevemos - nossa escrita já apropriada pela marca microsoft.
que não existe computador mas produto de marca em mercado, eis o fato mais comezinho que entretanto ainda não foi descoberto
============= ou então inventar assunto poderia ser falar da mãe morta, aquela que é o fundamento da psicanálise lacaniana, após o dilema entre o pai morto freudiano e o pai vivo junguiano. um defensor da mãe viva ainda não surgiu, não havendo muitas pespectivas nesse sentido uma vez que a própria psicanálise anda sendo sustentada por tantos aparelhos artificiais que já se fala de eutanásia a propósito dela; o único problema é que não a querem matar pelos motivos certos, mas sim pelos motivos errados que se referem todos à porra da analogia da marca microsoft, apple, ou qualquer que seja que custe dinheiro para se adquirir.
e também que veicule dominação sobre a escrita
e que está cheio de dispositivos aversivos a escrita e ao pensamento e está todo intrusado com espiões ou prostitutas que interessam a diretores de cinema, filhos das putas publicitários, etc., de tudo menos gente honesta que se interessaria por nós outros e atribuiria nossos nomes a nós mesmos
os motivos certos seriam que não há de fato na psicologia que houve de fato mais qualquer cisão entre matéria e espírito
nem se raciocina mais por oposições contraditórias consigo mesmas por operarem ao mesmo tempo como se os termos fossem independentes da relação
a percepção e a personalidade não são como a o meio ambiente para a fotografia
se é assim, o cérebro não é um hardware independente da mente povoada de software
este mudaria aquele
computador não
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tem gente que é tão chata que até podia se chamar teixeira
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& se as multinacionais e grandes empresas estivessem obrigadas a circular proventos localmente assim como em programas sociais, não gastariam tanto com a maldita publicidade neofascista que serve apenas para inculcar nos trouxas que é bacaninha explorar a população depauperada, cagar na cabeça dos outros, etc.
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a mãe em questão do assunto seria aquela "Mother as a Mountain" que Anish Kapoor reduziu a uma espécie de montículo de poeira vermelha num formato aproximado a uma pirâmide pontuda, e não precisamos nos deter na consideração de que isso parece ao meta-comentário do platônico idiota o interior de um corpo humano, uma vez que não há interior de nada de nada num monte de areia moldado para parecer um monte de areia com uma ponta em cima. porque não é a mesma coisa que "the history of chinese art"... de ping huang? - um montículo de páginas de uns livros com esse nome reduzidas a uma espécie de massa; até a cercania também tem coisas escritas.
ou então os motivos que faziam andy warhol implicar tanto com a boa moça eddie sedwick; depois da babaquice da "garota do ano" - pela qual ele a relegou ao ano passado - encurralou a coitada numa tropa de choque de modelos-sendo-homenageadas as garotas desse ano para então acusá-la de estar naquela noite "muito chateada", e então, quando ela se afastou, considerou estar ridicularizando-a ao contar que propuseram ele e seus colaboradores, a ela, uma "eddie retrospective" e que ela ficou com raiva disso como se fosse errado ficar com raiva de uma coisa muito boa - por onde ela aproveitou para realmente expressar que detestava o udigrudi.
sedwick - overdose aos vinte e quatro anos. andy diz que não sabe quem arrumava a heroína pra ela.
ele era muito interessado na classificação das pessoas em "inteligentes" ou "não inteligentes"; achava estranho aquele rapaz que não conseguia classificar.
eu acho que idiota não é sinônimo de não inteligente quando se trata de "classificação", do contrário a gente não teria tantos linguistas famosos nesse mundo, nem livros ainda etiquetados como de "arte".
o meta-comentário do idiota platônico sobre warhol é de que ele "almejava desmistificar temas importantes como a fama e a morte";
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as pessoas costumam repetir cenas por centenas de anos, naquilo que se designava "arte", como de livros ou de outros quadros, ainda que para si mesmas elas não achassem que o nome era esse, mas sim "piedade" na polis ou pros cristãos, ou ainda "retrato do grande senhor fulano de tal" - onde elas punham por trás as cenas como se fossem um pretexto.
elas nem mesmo tinham a ideia de colocar seus nomes na coisa, em vários referenciais de praxe. porém é mentira que só com a burguesia houve a subjetividade da obra, o que é óbvio, do contrário não saberíamos o nome de praxíteles ou de fídias. depois a cena ficou o referencial da arte e então sobreveio a pós-arte, onde a repetição é o veículo da referência do superado, como do repetido
mas o anominato está retornando naquilo que chamam hoje arte da rua, os horríveis e por vezes fascinantes, em todo caso sem dúvida monstruosos, desenhos via de regra gigantescos que põem agora em tudo quanto é muro ou tapume, como por exemplo, o que é tão ambíguo, o enorme útero que está em cores berrantes lá numa parede externa do mec do centro da cidade; ambíguo: patológico ou normal? Um útero enorme, com o canal vaginal, as trompas, tudo colorido - muito grande, insisto - vista obrigatória para quem está de ônibus indo da zona norte à zona sul, ambíguo, isto é, fálico ou devemos crer que é verdadeiramente feminino?
quando decifrei o que estava vendo, pareceu-me fálico
quanto a christo e j.claude, acho errado eles embrulharam com tecido umas colinas costeiras na austrália. isso é interferir com a ecologia autoritariamente
como se pode ter suspeitado, aqui não vem absolutamente ninguém; obviamente não uso drogas, não bebo álcool, não fumo tabaco;
universidade - cárcere privado, extorsão monetária, opressão de atendimento, transferência de renda, roubo de propriedade intelectual, tortura psicológica, uns merdas que acham que estariam fazendo justiça social não se dessem meios para as pessoas terem acesso ao que desejam, mas só se tiraram objetos de uso pessoal nosso, se tirarem até mesmo episodios biográficos nossos por destacarem lugares que frequentamos, para darem como atribuídos para fulanos ou beltranas que seriam os pobres - aqueles mesmos a quem nós já tínhamos cedido casa, comida, renda e roupa-lavada; aqueles, precisamente, mesmos, ou então aqueles outros a quem não prejudicamos em nada;
não cremos que a administração não saiba.
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glossário:
governo /// cargos
administração /// pessoas
Estado /// constituição
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aquela real evocação numa linguagem que fosse o acontecimento perde-se na voragem da neutralização técnica contrária vertente à corrente do tempo impuro de um vivido ilusório coado por expectativas vãs e confianças nulas; preenchido
como estava sendo por tentativas; eram como tateios; que não impressionavam, porque a máquina de escrever não nos traía; assim como as vitrolas que não sacaneavam ao contrário dos cds; nós confiávamos na boa técnica, as typewrites, as vitrolas, pensávamos que funcionava, não que tinha olhos por detrás;
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estudava então para o vestibular. era um detalhe quase, mas era na verdade tudo, como o escritório que devia ser, talvez, mas ninguém cogitava nisso. bastava que fosse o vestibular. preenchia fichas (eu); atribuía ao esquema virtudes infindas. todas as matérias. não havia limites para a minha paciência. não havia porque existir a agressividade. eu havia comprado um móvel azul naquele material que então se achava muito comum, a fórmica. procedíamos como se o futuro estivessse programado a partir do vestibular. depois de que o vestibular havia parecido apenas um pretexto, descobri que havia um gozo jamais excedível na ação estranha da mais pura desistência de que já se teve notícia. O desistir era sempre repetível, aliás, porque as aulas, como se sabe, são diárias. A gente pode começar a desistir da aula de hoje, e depois, daqui há algum tempo, desistir de novo. E então desistir de um par de dias, ou por uma semana. A completude do desistir era, obviamente, adiável até ao pensamento. Não era isso de que se cogitava.
nem obviamente suspeitávamos de que iria haver um brasil com a fraude designada personal computer, algum dia
mas se suspeitássemos, a completude da desistência teria sido a melhor decisão, realmente. tudo ocorreu como por intuição. a completude sobreveio, não sei como. a desistência máxima, como o gozo máximo.
a inutilidade da coisa é fenomenal
é o fenômeno em si
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fora de nós, toda coisa = merda
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não sei se este espaço continua utilizável porque já está apresentando
o maldito dispositivo
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... continua?
10/06 (às 11: 15)
o dispositivo era as palavras pulando; agora acessei a internet e entrou diretamene nesta página de escrita
... acho que continua (parou de pular)
19/06
supondo que continua
supondo que nada na escritura é algo além de bobagem
supondo que nada é algo além de
porcaria
como poderia ser subscrito do assim consagrado na escrita, o grande mestre da escrita
Antonin Artaud
supondo tudo isso, que utilidade restaria naqueles espantalhos cuja maldita vida se resume na atividade pseudo-judicativa a propósito do que escrevo aqui? Ou do que digo alhures? Se não resta qualquer dúvida de que não porta sobre a vida que eu não julgaria maldita se não estivesse nazistamente torrando o saco - nada além
considero ilegal que empreguem menores de idade nas lojas para atendimento público
se menores de idade não podem ser presos ou responsabilizados juridicamente pelo que fazem, o que podem fazer com a população estando eles no controle dos serviços necessários ao atendimento público?
considero ilegal que representantes transitórios de cargos administrativos assumam atos como venda de propriedade estatal a estrangeiros
não só eu mas a legislação deste país considera ilegal a invasão de correspondência privada, portanto, toda intromissão da conta privada por pessoas ou propaganda - como em espaço de email ou página acessada - na internet é crime
a ironia da segurança pública é que ela protege bandos de criminosos instituicionalizados pelo capitalismo ilegal/////
estamos fartos da mentalidade do assassino mais descarado que não se tem a menor ideia deporque acha que por isso está sendo "chique" ao invés de mero bandido como qualquer outro assaltante
vpor mim deviam levar uns tapas no mínimo
é sintomático que eu tenha começado esse escrito para elaborar aporias de uma época da qual nada conseguir referenciar de melhor do que quando acabou
não tenho nada a ver com ilha do governador
não autorizei ninguém representar-me e por enquanto ninguém me propõs qualquer gerenciamento de marcketing da minha obra ou representação qualquer dela em instituições, partidos ou grupos.
mas que cretino pixação de muro contra o uber
e que horrível ficou o pobre centro da cidade, a avenida rio branco que era tão bonitinha está um lixo por causa da aberraçaõ do vlt mais suas enormes propagandas pagas com nosso dinheiro parece um campo de concentração
por mim devim começar a degolar os neofascistas
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